Adoro o novo, isso é, quando ele não é excessivamente novo - dou espaço ao sujo e rasgado, desengonçado e humano, mas o novo é diferente...
Cada dia é algo novo que vai se rasgando ao longo dele mesmo para, então, se dissimular ao amanhecer, até eu acordar e ele se fazer novo de novo.
A cada vez, sinto que dissimula melhor e me engana sempre mais. Acabo por pensar que algo diferente acontece - mas não. Hoje é o mesmo que ontem: são os mesmos rasgos de semana passada, sempre emendados com a linha que roubam da minha - a cada dia nova - vida.
Nossa, tive que comentar... adorei o final eu tb adoro esse efeito no final... uma palavra que define a crônica... me exita!!! bjux!!
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