sexta-feira, 26 de abril de 2013

Medo breve, mas intenso.

   O meu maior medo sempre foi a banalização de mim mesma...
   Tenho medo de olhar para os espelhos e um dia só enxergar escuridão, medo de perder pedaços de mim e os deixar caídos no chão. Tenho medo de me ver e não reconhecer por estar inteiro, tenho medo de não me entender, de não passar de alguém sempre passageiro.
   Na verdade, sinto que tenho medo de tudo, e ao mesmo tempo não tenho medo de nada, por estar perdida entre ideias, todas intensamente esvoaçadas.

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