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E vivemos cultuando as aparências. Antes uma maçã podre, mas intensamente bela a contentar-se à ordinária fruta que brota em nossos quintais. Do que seria a nossa vida sem os comentários alheios regurgitados a esmo para produzir um simples agrado efêmero?

É melhor arriscar e assim sentir a vida pulsando do que adormecer e ver os dias passando sem cerimônias aparentes.
ResponderExcluirBelo texto, parabéns!